JBS and DSM collaborate to decrease methane emissions in the beef supply chain.
A frota da No Carbon, uma subsidiária da JBS focada na locação de veículos com baixas emissões de CO2, agora inclui um caminhão VUC (Veículo Urbano de Carga) frigorífico elétrico, destacando o compromisso da JBS com práticas sustentáveis. A JBS, reconhecida como a maior companhia do setor alimentício globalmente, manteve sua posição no Índice Carbono Eficiente (ICO2) da B3, a bolsa de valores brasileira. Essa continuidade no índice sublinha o esforço da empresa em adotar as melhores práticas para reduzir emissões de gases de efeito estufa e promover a transparência em suas ações voltadas para uma economia de baixo carbono. A estratégia da JBS de alcançar a neutralidade de carbono até 2040 é evidenciada por seus investimentos em economia circular e energia renovável, conforme expresso por Maurício Bauer, diretor de Sustentabilidade da JBS no Brasil. No último ano, a JBS lançou a Genu-in e a Campo Forte, duas iniciativas ligadas à economia circular, e inaugurou a terceira fábrica de biodiesel, em Mafra (SC), que utiliza óleo de fritura reciclado e óleo de soja. A Swift, outra marca da JBS, está expandindo o uso de energia solar, com o objetivo de ter todas as suas lojas utilizando essa fonte de energia até 2025. A JBS também inovou ao criar a No Carbon, focada na locação de caminhões elétricos para a distribuição de produtos, e se tornou a primeira empresa alimentícia do Brasil a emitir Certificados Internacionais de Energia Renovável (I-REC), através da Biolins, uma termelétrica que utiliza biomassa. Além disso, a JBS melhorou sua classificação no CDP, uma plataforma global de informações sobre sustentabilidade, recebendo a nota A- em Mudanças Climáticas, o que a coloca acima da média do setor. Esse avanço reflete o comprometimento da empresa com práticas sustentáveis e a implementação de estratégias eficazes para combater as mudanças climáticas.